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Problemas familiares e os estudos

E quando problemas na família atrapalham nossos estudos, o que fazer?


Você não está conseguindo estudar por causa de um problema na família? Isso é uma merda! Eu sei como é. Doenças, crises, perdas, desentendimentos, drogas, abusos, agressões... 

As causas mudam, a consequência não: sensação de incapacidade total. Parece que tudo continuará indo mal até não restar nada de você. Calma, você não está só! 

problemas em casa
Lágrima. (Anemone123/Pixabay.com)

Qual o tamanho do seu problema? O maior possível, acredito. Será que seu problema tem outra solução além de uma intervenção divina? 

Ou melhor, será que você pode contribuir de alguma forma com essa solução? Espero que sim. Porém, na maioria dos casos a resposta é não.

Podemos resumir esse artigo em uma frase que foi dita por um cliente à minha esposa, quando ela trabalhava no Detran: 

"Se o seu problema tem solução, não há com o que se preocupar, tudo será resolvido! Mas, se o problema não tem solução, aí mesmo é que não tem com o que se preocupar... Por que esquentar a cabeça, se isso não vai resolver nada?" 

Segundo ela, foi um senhorzinho bem humilde que disse isso, após saber que não conseguiria realizar determinado serviço. 

Legal, Guydion, mas não acha que está tratando de forma simples demais assuntos de alta complexidade, já que envolvem família? 

Estou. E não precisa (nem deve) ser de outra forma. O passado é imutável, o futuro não. Sejamos um pouco mais racionais.

No fim do artigo elaborei algumas dicas para quem estuda na tempestade. Leia até o final!  

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Pra quase tudo tem solução


Falemos primeiro dos problemas nos quais podemos intervir. 

Nesse exato momento, você tem condições de resolver (ao menos dar início ao processo de solução) seus problemas familiares? Sim? Então faça isso agora. 

Pare de ler esse artigo e faça o que sabe que tem de fazer. A partir daí, sua vida tomará outro rumo. 

Mas e quando não somos capazes de provocar a solução de imediato? 

Nesse caso, devemos refletir até entender o porquê dessa incapacidade. Será doloroso para alguém? Não sabemos como fazê-lo? Ainda não somos capazes? Nos falta dinheiro, equilíbrio, vontade, o que? Precisamos procurar um médico?





O sofrimento é um atraso de vida. Ô sentimento nojento... faz querer justificar a inércia, a falta de vontade pra tudo, achar "ok" ficar parado ali passando por coisas ruins e vendo o tempo passar... 

É um sentimento inútil cuja única finalidade é fazer sua vida escorregar entre seus dedos. Fuja dele.

Inclusive, se sua família for a personificação do sofrer. Afaste-se do que faz mal. 

Se sua família te põe para baixo e te desestimula, simplesmente dê um jeito de sair de perto dela. E não se sinta mal por querer seu próprio bem.

Se você ainda é fraco para bater de frente com seus problemas, fuja e se fortaleça. Isso mesmo! 

Se você não tem o dinheiro suficiente, não tem o equilíbrio emocional ou espiritual necessário, sua presença não está ajudando. Você é só mais uma pessoa para sofrer. 

Logo, abandone temporariamente as pessoas que fazem parte dessa problemática, por mais que as ame (e por causa disso) e só retorne quando for capaz de dar um fim no problema. Isso, caso ainda seja necessário. 

Como assim, Guydion? Então... fazendo isso eu descobri que a solução para alguns problemas é justamente a nossa ausência. 

Sério. Alguns problemas encontram soluções sozinhos. Às vezes, nossa presença atrapalha o curso natural das coisas. Let it be..

Como fugir?

Essa fuga pode ser psíquica ou mesmo física. A psíquica é mais complexa e menos radical. A física é simples, porém tem um impacto maior.

Na fuga psíquica, você ainda está lá. Mas, seus pensamentos vagam por outros lugares. É realmente muito difícil estar em um lugar sem pensar no que está acontecendo ao redor. 

Porém, caso domine essa técnica, seus estudos irão a outro patamar, olha que maneiro?! Consegui fazer isso com a ajuda dos jogos, da leitura, da música... Das primeiras vezes foi intuitivo, inclusive.

Não se entregue a nenhum tipo de droga. Além de se prejudicar, perderá o controle, que é a coisa que você mais precisa ter nesse momento.

O "fugir fisicamente" eu não preciso explicar, né? Se mude de cômodo, de bairro, de estado, de continente... O que for necessário para estar suficientemente longe do barulho que fazem os problemas que te afligem.

Em alguns casos, é necessário que você faça as duas fugas simultaneamente. Se sua família for ruim para você, por exemplo. Se não houver problema com ela, mas ela em si for o problema... Não hesite: vá embora. É pro seu bem.

Já fiz isso e ainda não consigo estudar


Quando isso acontece, normalmente é porque você ainda está sofrendo. Ou pior, você já não sofre, mas se sente culpado por isso. Não acha certo estar feliz enquanto sabe do perrengue pelo qual passam alguns dos seus.

Para ambos os casos as soluções que encontrei foram a insistência na felicidade e uma suave dança entre o egoísmo e o altruísmo. Calma, vou explicar. 

A insistência na felicidade consiste em se obrigar a fazer as coisas que gosta (gostava) de fazer, independente de estar curtindo o momento. 

Pode não funcionar nas primeiras vezes, mas vai por mim: funciona depois! Eu já me senti incapaz de ser feliz. Hoje, sou feliz e não abro mão.  

E isso de egoísmo e altruísmo, como assim?

No início é difícil ser egoísta. Vemos esse estado de espírito com péssimos olhos desde sempre. Ser egoísta é errado, né? E sofrer... é certo??? Só depois entendemos que, se utilizarmos esse sentimento com cautela, ele pode ser o mais útil de todos.

O egoísmo é o único caminho até aquele famoso botão, sabe qual?

Acontece que só quando conseguimos ser egoístas o suficiente para cuidarmos de nós mesmos antes de todo o resto, nos fortalecemos o suficiente.

E depois do fortalecimento, o que acontece? Lidaremos melhor com a maioria dos problemas.

Como muitos desses problemas estão relacionados a outras pessoas, seremos altruístas ao ajudá-las. Essa é a dança que eu falei. 

No fim das contas, pode ser difícil distinguir se fez isso tudo pelo outro ou por você mesmo. Mas, se está resolvido, isso não importa. 

Você já pode estudar em paz.





Tem coisas que não dá pra resolver


Ótimo, não é? Menos coisas pra se preocupar.

Como assim, Guydion? Meu pai tá com alzheimer e minha avó com câncer no pulmão e só tem 2 dias de vida... Minha família tem um passado sombrio... Meu padrasto agride minha mãe etc... etc...

Sim, alguns de nós passamos por problemas terríveis. Eu disse pra não se preocupar, não disse que é proibido ficar triste. Viva um dia de cada vez, sem sofrer por antecipação. 

Não perca tempo imaginando desfechos horríveis pra sua vida. Trabalhe por coisas boas e seja alguém positivo!

Saiba, porém, que muita gente passa por coisas piores. E, mesmo assim, tem alguns que conseguem seguir em frente.

Quero sua sinceridade: qual a pior sequência de coisas pelas quais imagina que alguém pode passar? Provavelmente tem algumas centenas de pessoas passando por coisa pior nesse exato momento. 

E você está aí, relativamente confortável, lendo um artigo na internet. Isso não diminui seus problemas, mas mostra que se alguém consegue lidar com algo pior, você também é capaz!

Eu sofria muito enquanto me via como um sofredor. Mas, quando passei a me enxergar como um lutador, deixei de sofrer e passei a lutar. 

Hoje, acredito que se vitimizar consome o mesmo tempo que resistir. E não que eu tenha sofrido muito... No entanto, minha mente me dizia que sim. E eu acreditava. 


Então, como estudar tendo tantos problemas sem solução?


Tente seguir esses passos:

 Aceitação: a parte mais difícil do processo é aceitar que não temos controle sobre tudo. Algumas coisas acontecerão (ou aconteceram) independente de nossa sanidade. Então, é melhor poupá-la.

 Resiliência: o mundo, um dia, será totalmente diferente do que conhecemos. Vai faltar gente que tinha e ter gente que faltava. Sobreviver às adaptações é a única alternativa viável.

 Persistência: desistir é uma opção válida para alguns momentos. Podemos desistir pela primeira, pela quinta, pela milésima... só não podemos desistir pela última vez. Às vezes a desistência é um pedido de descanso. Atenda com cautela.  

Agora que está em paz, seja egoísta com as mazelas do mundo (não só com as suas) e busque motivação na solução dos problemas que dá pra resolver. Faça sua existência útil. Procure razões e, se não as encontrar, as crie. Produza motivos para continuar e faça questão de se orgulhar da sua caminhada. Juntos somos fortes.

Quando sentir a motivação, finalmente, estude!
Se além disso tudo você está sem tempo pra estudar, leia esse artigo.

Do fundo do meu coraçãozinho, espero ajudar você!
Você não está só nessa situação.





Dicas gerais para estudar na tempestade


1) Tenha um hobby

Você gosta de alguma coisa? Gastronomia, artesanato, música, jogos, esporte, pesca, dança etc... Descubra (ou relembre) uma atividade prazerosa para fazer antes e/ou depois de estudar.

2) Encontre um cantinho

Longe do olho do furacão (ou perto, se não tiver opção), tenha um lugar específico para seu "ritual" de estudos. A casa de um amigo ou parente, uma lan house ou biblioteca podem ser opções viáveis.

3) Faça um "ritual" antes de estudar

Desenvolva alguma forma de abstrair da realidade e sintonizar sua mente para o aprendizado. Música boa e alta é uma ótima dica. Como eu disse antes, dependendo do caso você pode procurar ajuda médica.

4) Menos é mais: comece devagar e descanse bastante

Falei sobre isso no vídeo abaixo. Se isso impacta até pessoas sem tantos problemas, imagine você, que coleciona rs (desculpe meu humor)



5) Cuide da sua saúde física

Pessoas com muitos problemas emocionais tendem a cuidar da mente e ignorar a saúde do corpo. No entanto, o bem-estar físico impacta diretamente em vários aspectos na cabeça. Sua dificuldade nos estudos pode estar diretamente relacionada a algum probleminha físico. Excesso de sono, dificuldade de concentração e irritabilidade são exemplos clássicos... Faça um check-up!



Basicamente é isso! Os demais detalhes que forem pertinentes eu prometo abordar em outros posts ou vídeos no youtube. Deixe um comentário dizendo o que achou do artigo!

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Até a próxima,
Fui!

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